O Vale do São Francisco celebra a conquista do adolescente Yuri Stoevel, aluno do Colégio Motivo Petrolina, que alcançou a nota 980 na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) de 2025.
A conquista de Yuri reflete uma preparação contínua, que tomou mais proporção nos anos do seu Ensino Médio, em uma busca pela excelência na forma e no conteúdo do seu texto. A nota representa um domínio nas cinco competências da prova, que avaliam as habilidades do autor no domínio da norma culta (C1); compreensão do tema (C2); organização argumentativa (C3), mecanismos coesivos (C4) e proposta de intervenção completa (C5), onde o autor deve apresentar uma solução para a questão apresentada no tema.
Este ano os inscritos no exame receberam o tema “Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira”, um assunto pertinente no Brasil, que passa por um envelhecimento populacional intenso, com uma projeção de ter 40% da população composta de pessoas idosas em 2070.
“Yuri chegou para nós na 1ª série do Ensino Médio.Como muitos adolescentes, iniciou essa etapa ainda em processo de construção não só acadêmica, mas também pessoal e emocional. Em meados da 2ª série, quando Yuri deu um verdadeiro salto em sua postura diante dos estudos. A mudança foi visível: mais comprometimento, mais foco e uma relação diferente com o próprio processo de aprendizagem”, comenta Andreia Borges, coordenadora pedagógica do Colégio Motivo.
Outra figura de bastante participação no resultado conquistado é o professor de redação Geanderson Santana, que acompanhou Yuri no Ensino Médio.
“Ele teve a humildade de reconhecer que precisava amadurecer o processo da escrita e buscar uma produção mais autoral. Quando chega à 3ª série, essa evolução fica muito nítida. Semanalmente, o Yuri produzia redações, sempre em busca de aperfeiçoamento. A busca constante por notas 900+ foi se consolidando, até que, nas últimas redações do ano, ele já demonstrava uma coesão e uma segurança, com textos cada vez mais próximos do que entendemos como uma redação nota 1000”, conta o professor.
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